sábado, 3 de maio de 2025

só riso

 SO RISO. 

Num dia não qualquer, a dor

Uma dor ate comemorável, surge

Sim, a senhora dor era passível de fim, 

nas dormências da vida, ela era, passageira. 


Vida, local de acontecimentos que afetam o corpo como o todo que ela habita. 

Acontecimentos que, alegram, entristecem e causam alegrias ou dor em todas as instancias

Dai, melhor comemorar, essa dor

Ela sinaliza que a vida esta ainda ali, presente e precisando de toques físicos, curadores e frontais...


Duro e quando a dor e na alma

Essa não era, era passível de cura técnica, pois física e senilica.

Era a sinalização de que para que a casa da alma esteja bem

Vencer dores seria  função vital e o  corpo sabia disso e ia, como o rio, vencendo as dores causadas por intempéries enfrentadas em caminhos diversos. 


Assim entre a esperança e a incerteza do encontro

Um corpo sai, em busca de outros corpos, que curam dores físicas, e o prepara para as novas buscas de curas futuras,  almaticas ou não.

hoje o meu corpo encontrou cura para uma dor que impedia o seu mais belo gesto espontâneo

Agora com a gratidão de um corpo, que comemora menos uma dor, solitariamente, num breve momento de felicidade, ele ri. 


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