SO RISO.
Num dia não qualquer, a dor
Uma dor ate comemorável, surge
Sim, a senhora dor era passível de fim,
nas dormências da vida, ela era, passageira.
Vida, local de acontecimentos que afetam o corpo como o todo que ela habita.
Acontecimentos que, alegram, entristecem e causam alegrias ou dor em todas as instancias
Dai, melhor comemorar, essa dor
Ela sinaliza que a vida esta ainda ali, presente e precisando de toques físicos, curadores e frontais...
Duro e quando a dor e na alma
Essa não era, era passível de cura técnica, pois física e senilica.
Era a sinalização de que para que a casa da alma esteja bem
Vencer dores seria função vital e o corpo sabia disso e ia, como o rio, vencendo as dores causadas por intempéries enfrentadas em caminhos diversos.
Assim entre a esperança e a incerteza do encontro
Um corpo sai, em busca de outros corpos, que curam dores físicas, e o prepara para as novas buscas de curas futuras, almaticas ou não.
hoje o meu corpo encontrou cura para uma dor que impedia o seu mais belo gesto espontâneo
Agora com a gratidão de um corpo, que comemora menos uma dor, solitariamente, num breve momento de felicidade, ele ri.
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